domingo, 26 de fevereiro de 2012


Juiz rejeita que médico condenado por morte de Michael Jackson aguarde apelação em liberdade

Conrad Murray, médico de Michael Jackson, durante julgamento. Murray foi condenado por homicídio culposo na morte de Michael Jackson e enfrenta quatro anos de prisão e a perda de sua licença médica
Conrad Murray, médico de Michael Jackson, durante julgamento. Murray foi condenado por homicídio culposo na morte de Michael Jackson e enfrenta quatro anos de prisão e a perda de sua licença médica (Al Seib/AP)
O juiz do caso Michael Jackson rejeitou nesta sexta-feira que Conrad Murray, acusado de homicídio involuntário pela morte do cantor, saia da prisão enquanto o processo de apelação de sua condenação estiver em andamento.
Os advogados de Murray solicitaram que o médico pudesse ser posto em liberdade mediante o pagamento de fiança no período em que eles tentam reverter a pena de condenação a quatro anos de prisão.
Em uma audiência realizada em Los Angeles, o juiz Micheal Pastor argumentou que há risco de fuga e considerou que seria um perigo para a sociedade que o médico voltasse a exercer a medicina num país estrangeiro, segundo divulgou o canal de televisão 'ABC'.
No julgamento pela morte do cantor, realizado no ano passado, Murray foi considerado culpado por fornecer remédios ao artista, entre eles o propofol, um anestésico de uso hospitalar que Michael Jackson usava para combater a insônia e que foi constatado como a causa de sua morte.
De acordo com seu advogado, o médico não é tratado como os demais presos na penitenciária onde se encontra, pois vive em condições de 'máxima segurança' e se encontra isolado em sua cela e só pode andar escoltado pelos seguranças e algemado.

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